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Assassinato

Polícia ouve nesta quarta novos depoimentos sobre a morte do menino Henry no RJ

Entre eles o mais aguardado é o da faxineira da casa onde a criança morava

14/04/2021 11h20
Por: Ricardo Chaves

Por Itasat

Novos depoimentos devem ser colhidos pela Polícia do Rio sobre a morte do menino Henry Borel, de 4 anos, entre eles o mais aguardado é o da faxineira da casa onde a criança morava. A mulher, conhecida como Rose, deve corroborar com a versão já apresentada pela babá de Henry, Tainá Ferreira.

Em seu novo depoimento, Tainá afirmou que também tinha medo do vereador Dr. Jairinho que, para a polícia, matou a criança. A babá afirma que por isso mentiu na primeira vez em que esteve na polícia e negou as agressões. Se dissesse a verdade, Jairinho poderia fazer com ela o mesmo que fez com menino.

A polícia sabe que no dia 12 de fevereiro, quando Jairinho teria agredido o menino, no final da tarde, tanto a babá quanto a faxineira estavam dentro do apartamento. Essa reviravolta é considerada fundamental para comprovar que Henry era alvo frequente de violência doméstica.

O laudo da reconstituição da morte do menino descartou a possibilidade de um acidente doméstico para a morte. De acordo com os investigadores, Jairinho agrediu enteado com chutes e golpes na cabeça desde fevereiro. A mãe da criança, Monique Medeiros, saberia de tudo. Os dois foram indiciados por homicídio duplamente qualificado e tortura.

Uma outra novidade do caso é que na noite dessa terça-feira (13), a Câmara Municipal do Rio de Janeiro informou que vai aguardar a conclusão do inquérito contra Jairinho, previsto para semana que vem, para que assim possa avaliar se oferece a denúncia que eventualmente pode levar até a cassação do mandato de vereador dele.