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Pandemia

Ministério Público vai questionar Governo de Minas sobre estratégia para vacinação atrasada

Órgão quer saber se há possibilidade de interromper aplicação da 1ª dose da CoronaVac no Estado para contemplar quem está com a 2ª dose do medicamento do Instituto Butantan atrasada

04/05/2021 10h22
Por: Ricardo Chaves

Por Itasat

O Ministério Público de Minas Gerais vai pedir informações à Secretaria Estadual de Saúde para avaliar se há a possibilidade de interromper a aplicação da primeira dose da CoronaVac no Estado para contemplar quem está com a segunda dose do medicamento do Instituto Butantan atrasada. A informação de bastidor foi confirmada por uma fonte do Ministério Público. 

Seguindo a orientação do Ministério da Saúde, as prefeituras mineiras esgotaram e estão esgotando as doses de CoronaVac na primeira aplicação. Mas o Governo Federal ainda não enviou remessas suficientes para a segunda dose. 

Dessa forma, Belo Horizonte e outras cidades do Estado interromperam a aplicação da segunda dose do imunizante. Nesta segunda, idosos de 67 anos, que completam 28 dias desde que receberam a primeira dose, não foram vacinados com a segunda. Na capital, por exemplo, não há doses suficientes da CoronaVac nem para a primeira nem para a segunda aplicação. 

Dependendo da resposta do Estado, o Ministério Público poderá recomendar que os municípios suspendam a utilização da CoronaVac para a primeira dose até que sejam normalizadas as segundas doses que estão atrasadas.