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Prefeitura de Sete Lagoas executa obras de expansão no aterro sanitário

Uma importante obra de expansão está sendo realizada no aterro que poderá gerar o licenciamento definitivo do local

21/10/2021 08h26Atualizado há 5 anos
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Por Ascom Prefeitura

A Prefeitura - por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semadetur) - iniciou as obras de ampliação do aterro sanitário de Sete Lagoas. Os trabalhos começaram há 90 dias e o objetivo é aumentar a capacidade de depósito de resíduos produzidos no município.

O secretário da pasta, Edmundo Diniz, destacou a importância deste projeto, uma realização reivindicada há muitos anos. "Com muito trabalho e dedicação da atual administração, conseguimos viabilizar esta obra por meio de parcerias e compensações ambientais com um custo bem menor que o orçado. É uma área de uso para pelo menos mais cinco anos", afirma. Inclusive, lembra o secretário, esta é uma condicionante para obtenção do licenciamento definitivo por parte da Superintendência Regional de Meio Ambiente (Supram) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

O aterro sanitário fica a 10 quilômetros do centro da cidade, na estrada intermunicipal que liga Sete Lagoas a Araçaí, e conta com uma área de aproximadamente 23 hectares. De acordo com Sideny Abreu, superintendente municipal de Meio Ambiente, a operação foi iniciada em 13 de dezembro de 2011, quando foi emitido pela SUPRAM-CM, o Certificado de Licença Ambiental nº 285/2011, atualmente em processo de renovação.

Cerca de 160 toneladas de resíduos sólidos urbanos produzidos no município são recebidas e destinadas no aterro, por meio de uma técnica de disposição sem causar danos à saúde pública e com segurança, minimizando os impactos ambientais. Esse método utiliza princípios de engenharia para confinar os resíduos em menor área possível com redução do volume permissível. Tudo é coberto com uma camada de terra na conclusão de cada jornada de trabalho. A área de recebimento é totalmente impermeabilizada com manta de polietileno de alta densidade (PEAD), em cima de solo compactado. O aterro possui ainda sistema de drenagem e tratamento de chorume, sistema de captação de gases e sistema de drenagem de águas pluviais.

Todo o resíduo que entra no aterro é monitorado por portaria e balança, onde são pesados e controlados mediante a emissão de Manifesto de Transporte de Resíduos - MTR (com exceção da coleta pública). “Dentro do aterro está sendo impermeabilizada uma área de 5.500m² para recebimento de resíduos. Essa área terá uma vida útil de aproximadamente 5 anos para uma geração de 140 a 160 toneladas de resíduos/dia", completa Edmundo Diniz.