Por Itasat
Após anúncio da Petrobrás no dia (1º), sobre novo reajuste no querosene de aviação (QAV) de 6,7% as passagens aéreas vão ficar mais caras. Segundo dados da petroleira de 1º de janeiro a 1º de maio a alta acumulada chega a 48,7%.
O presidente da Associação Brasileira de Agência de Viagens de Minas, Alexandre Brandão, afirma que de novo a conta vai cair no colo do consumidor. "O combustível representa um quarto do preço da passagem. Então, com certeza, este aumento impactará diretamente nas tarifas em todos os voos, principalmente nos domésticos, mas também nos voos internacionais principalmente aqueles operados pelas empresas brasileiras. Hoje a gente tem tarifas domésticas no Brasil absurdas, por exemplo um bilhete de Belo Horizonte para Governador Valadares custa em média R$ 2 mil. É um absurdo completo. Ao passo que para o exterior você tem bilhetes na faixa de R$ 4 mil".

Por outro lado, o presidente explica que ainda não há reflexos desse aumento e a procura por voos domésticos continua alta. "A demanda está muito alta pelos voos domésticos, então isso ainda não refletiu na queda das vendas, mas o que a gente teme é que o consumidor realmente não possa arcar com esse custo muito alto", finaliza Alexandre Brandão.