Digital Graph
Casa da Arte
Cartão de Todos
Loctem
Almix
Torneamento São Geraldo
IPTU PRORROGADO
Escritório Jucema
Otica Santa Luzia
Arnaldo Radiadores
Homeopatia São Lucas
Ramses
Auto Rodas
Locmaqfer
Ronaldo Cardans
Cooperlíder Proteção Veicular
Forte Vidros
Ótica Pontual
Ótima
Evite Queimadas!
Motociclista use capacete
Breno Campolina
Quality Ópticas
Dinheiro por Jóias
Chama!!!
Sicoob
Helton Vidro Car
ALERTA

Sobe para 5 o número de casos suspeitos de hepatite aguda infantil em Minas

Desde a última atualização da Secretaria de Estado de Saúde (SES), dois novos casos foram incluídos, mas um deles foi descartado

14/05/2022 09h45
Por: Redação

Por Itasat

Subiu para cinco o número de casos suspeitos de hepatite aguda infantil investigados pela Secretaria de Estado de Educação (SES). Conforme a última atualização da pasta, divulgada nesta sexta-feira (13), dois novos casos tinham sido incluídos, mas um deles acabou descartado.

Até quarta-feira (11), eram quatro casos investigados pela SES - dois em Belo Horizonte e outros dois em Juiz de Fora, na Zona da Mata. Os dois novos registros são de Montes Claros, no Norte do Estado, mas segundo a secretaria, uma das notificações foi "descartada".

A idade dos pacientes não foi informada pela SES, mas se sabe que os principais sintomas incluem "dor abdominal e vômitos, acompanhados de alterações de enzimas hepáticas". A pasta informou ainda que "a maioria das crianças acometidas não foram vacinadas contra a Covid-19", por conta da idade mínima permitida. Entretanto, ainda não foi provada a relação da dos casos com a imunização.

Assim como os demais registros, a atualização também foi repassada ao Ministério da Saúde, que atualmente monitora quase 30 possíveis casos da doença. A nível internacional, foram reportados mais de 200 ocorrências até o fim de abril, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

A hepatite de origem desconhecida está acometendo crianças em, ao menos, 20 países. A doença se manifesta de forma muito severa e não tem relação direta com os vírus conhecidos da enfermidade. Em cerca de 10% dos casos foi necessário realizar o transplante de fígado.