Espetbet dois
Escritório Jucema
Auto Rodas
Ótica Pontual
Dinheiro por Jóias
Otica Santa Luzia
Locmaqfer
Sicoob
Agrotop 3
Ramses
Arnaldo Radiadores
Espetbet
Almix
Motociclista use capacete
Torneamento São Geraldo
Breno Campolina
Casa da Arte
Chama!!!
Cooperlíder Proteção Veicular
Loctem
Ronaldo Cardans
Espetbet três
Quality Ópticas
Digital Graph
IPTU PRORROGADO
Homeopatia São Lucas
Ótima
trabalho

Porteiro é demitido por justa causa por mandar 'nudes' pelo celular corporativo

A Justiça do Trabalho em Minas Gerais confirmou a justa causa aplicada ao ex-porteiro de um condomínio que se usou o celular corporativo para fotografar o órgão genital

22/06/2022 09h50
Por: Redação

Com Itasat

Um porteiro foi demitido por justa causa por enviar ‘nudes’ pelo celular corporativo em Belo Horizonte. O ex-funcionário entrou na Justiça para tentar reverter a decisão do condomínio, mas a  juíza Cristiana Soares Campos, titular da 28ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, concordou com as medidas tomadas pelo empregador. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (22). 

De acordo com a empregadora, o porteiro utilizou o telefone corporativo para fotografar seu pênis ereto. Ele teria dito, a princípio, que a imagem seria para enviar a um amigo. 

Áudios apresentados no processo revelaram que o empregado, em conversa com a síndica do condomínio, disse que “foi uma foto que tirou do órgão genital para enviar para um amigo; pois está com um problema no órgão genital; que seu celular de uso pessoal estava com problema na câmera, então utilizou o telefone corporativo”. 

O porteiro falou também “que abordou o assunto do possível problema de saúde com uma moradora do prédio, que é médica”.

Já em audiência, ele afirmou que errou e “que utilizou o celular do condomínio para mandar a foto para uma companheira”. 

Uma testemunha disse que “que pegou o celular da portaria e se deparou com foto de partes íntimas do porteiro; que outros porteiros relataram ter visto fotos de ‘nudes’ também”.

Na visão da juíza, o envio de ‘nudes’ justifica a dispensa por justa causa. 

“Diante da gravidade da conduta, não há que se falar em aplicação gradual das medidas disciplinares, sendo justificada a aplicação imediata da penalidade máxima”, disse.

Não cabe mais recurso da decisão. O processo foi arquivado.