Loctem
Espetbet três
Sicoob
Ótica Pontual
Casa da Arte
IPTU PRORROGADO
Espetbet dois
Ramses
Otica Santa Luzia
Breno Campolina
Motociclista use capacete
Torneamento São Geraldo
Chama!!!
Ronaldo Cardans
Almix
Espetbet
Arnaldo Radiadores
Escritório Jucema
Quality Ópticas
Cooperlíder Proteção Veicular
Locmaqfer
Auto Rodas
Digital Graph
Dinheiro por Jóias
Homeopatia São Lucas
Agrotop 3
Ótima
Tráfico de drogas

Conhecido como 'Escobar brasileiro', ex-major da PM é preso na Hungria

Sérgio Roberto de Carvalho estaria envolvido em um esquema de tráfico internacional de drogas

22/06/2022 10h05
Por: Redação

Com Itasat

A polícia da Hungria prendeu, nesta terça-feira (21), o brasileiro Sérgio Roberto de Carvalho, conhecido como 'Escobar brasileiro'. Ex-major da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, ele seria o comandante da organização responsável pelo envio de 45 toneladas de cocaína, avaliadas em R$ 2,25 bilhões, para a Europa.

Procurado pela Interpol, Sérgio foi detido com documentos falsos em Budapeste, capital da Hungria. A prisão foi confirmada pela Polícia Federal e também teve participação da Polícia Judiciária de Portugal.

As toneladas de cocaína enviadas pela organização comandada pelo major Carvalho desde 2017 saiam de portos de cidades do Sul e Nordeste do Brasil. O destino das drogas eram portos de Antuérpia, na Bélgica; Gioia Tauro e Livorno, na Itália; Hamburgo, na Alemanha; Barcelona e Algeciras, na Espanha; Lisboa, em Portugal e Le Havre, na França. As informações são do UOL Notícias.

O apelido do ex-major faz alusão ao traficante colombiano Pablo Escobar. Carvalho já driblou autoridades europeias diversas vezes, utilizando identidades falsas e até mesmo forjando a própria morte.

Acusado de ser dono de 1.700 quilos de cocaína apreendidos em um navio na Espanha, o "Escobar brasileiro" foi preso em agosto de 2018 quando utilizava a identidade de Paul Woulter. Ele foi liberado após pagar uma fiança de 200 mil euros e fingiu estar morto quando seria condenado por autoridades espanholas.

O Major Carvalho teria vivido em Portugal, onde é considerado por oficiais como um dos maiores traficantes da América Latina, por dois anos. Segundo investigações da polícia portuguesa, ele estaria relacionado com uma apreensão de quase 580 quilos de cocaína em um avião privado, que ocorreu em fevereiro deste ano.

Autoridades ainda investigam se o brasileiro teria adquirido a Airjetsul, uma empresa de aviação, para auxiliar no transporte de entorpecentes.

Em nota, a Polícia Federal afirmou que "adora as providências formais" após a prisão. Não foi informado se Carvalho vai ficar preso na Europa ou se vai ser extraditado para o Brasil.