O Ipec divulgou uma nova pesquisa contratada pela Globo sobre a intenção de voto para a eleição presidencial. A duas semanas da eleição o cenário segue estável, com Lula na liderança. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, teve 44% nas três primeiras pesquisas; oscilou para 46%; e agora tem 47%. Com a margem de erro, de 45% a 49%.
Jair Bolsonaro, do PL, apareceu com 32% nas duas pesquisas iniciais; oscilou para 31%; e permaneceu com 31% nas duas pesquisas mais recentes. Com a margem de erro, tem de 29% a 33%.
Ciro Gomes, do PDT, tinha 6%; variou para 7%; depois, 8%; 7%; e agora manteve os 7%. Com a margem, de 5% a 9%.
Simone Tebet, do MDB, aparecia com 2%; oscilou para 3%; em seguida, 4%; permaneceu com 4% na semana passada; agora oscilou para 5%. Pode ter de 3% a 7% pela margem de erro.
Simone Tebet está empatada tecnicamente com Ciro Gomes.
Soraya Thronicke, do União Brasil, não pontou nas duas primeiras pesquisas e teve 1% nas três rodadas seguintes. Pela margem, pode chegar a 3%.
Soraya Thronicke está empatada, no limite da margem de erro, com Simone Tebet.
Brancos e nulos: 8%; 7%; 6%; 6%; e 5%.
Não sabem ou não responderam: 7%; 6%; 5%; e 4% nas duas últimas pesquisas.
Felipe d'Avila, do Novo; Sofia Manzano, do PCB; Vera Lúcia, do PSTU; Constituinte Eymael, do Democracia Cristã; Léo Péricles, do Unidade Popular; e Padre Kelmon, do PTB, não alcançaram 1% das intenções de votos.
O Ipec perguntou em quem os eleitores votariam em um segundo turno entre Lula e Bolsonaro.
Na primeira pesquisa, 51% disseram que, em um segundo turno, votariam em Lula; depois, 50%; 52%; 53%; e agora, 54%. Com a margem de erro, de 52% a 56%.
Trinta e cinco por cento declararam que votariam em Bolsonaro; depois, 37%; 36% nas duas pesquisas seguintes; e agora, 35%. Com a margem, de 33% a 37%.
Nove por cento disseram que votariam em branco ou anulariam nas três rodadas iniciais e oito nas duas pesquisas mais recentes.
Não sabem: 5%; 4%; e 3% nas três pesquisas seguintes.
O instituto pediu aos eleitores que avaliassem a administração de Jair Bolsonaro.
Na primeira quinzena de agosto, 29% consideravam a gestão Bolsonaro ótima ou boa; depois, 31%; e 30% nas três pesquisas mais recentes.
Regular: 26%; 24%; 25%; 23%; agora, 22%.
Quarenta e três por cento avaliavam a administração Bolsonaro como ruim ou péssima nas três primeiras pesquisas; 45% na semana passada; e agora, 47%.
Um por cento não sabia; depois, 2%; 1%; e 2% nas duas rodadas seguintes.
O instituto perguntou se os brasileiros aprovam ou desaprovam a maneira como Jair Bolsonaro governa o país.
Na metade de agosto, 37% aprovavam a maneira de governar de Jair Bolsonaro; 38% nas duas rodadas seguintes; depois, 35%; agora, 36%.
Cinquenta e sete por cento desaprovavam nas três primeiras pesquisas; na semana passada, 59%; e agora, o percentual se manteve.
Não sabiam avaliar: 6% na primeira pesquisa; e 5% nas pesquisas mais recentes.