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Casos de vazamento de imagens íntimas têm aumento em Minas Gerais

Natália Deodato, do BBB22, foi vítima deste tipo de crime na última semana

23/01/2022 10h18
Por: Redação

Por Itasat

Dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) apontam aumento no número de crimes envolvendo compartilhamento de imagens íntimas sem a permissão da vítima, em Minas Gerais. Em 2020, foram registrados 458 crimes deste tipo e, no ano seguinte, 490. Apenas em Belo Horizonte, ocorreram 70 denúncias de vazamentos de fotos e vídeos sem autorização no ano passado.

Recentemente, um vídeo íntimo da mineira Natália Deodato, natural de Sabará, na Grande BH, começou a circular na internet. O principal suspeito é seu ex-namorado, de 39 anos. Ela é uma das participantes do Big Brother Brasil 22 e não sabe do ocorrido. Por isso, sua mãe Daniela Rocha foi quem registrou o boletim de ocorrência.

O delegado Renato Guimarães, chefe da divisão de crimes cibernéticos da Polícia Civil, explica que é extremamente importante registrar esse tipo de ocorrência para que a vítima seja orientada e o autor investigado.

“O perfil de vítimas mais comuns nesse tipo de crime são mulheres adultas, porém identificamos também vítimas crianças e adolescentes de ambos os gêneros”, revela.

De acordo com o delegado, as sanções penais variam de acordo com a idade da vítima, se ela é adulta, criança ou adolescente. “As penas vão de seis meses até 5 anos e estão previstas tanto no Código Penal quanto no Estatuto da Criança e do Adolescente”.

“Recomendo cautela e cuidado ao produzir fotos íntimas de nudez ou sexo, bem como deixar que terceiros o façam. No caso das crianças e adolescentes, recomendo aos responsáveis legais que fiquem atentos às atividades mantidas por esses adolescentes e crianças na internet. Tanto em redes sociais, jogos e conversas por aplicativo”, orienta Guimarães.