O Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte fez um apelo nesta quinta-feira ao prefeito Alexandre Kalil (PSD) para que se libere pelo menos a metade da ocupação de bares e restaurantes para que as empresas não tenham que demitir funcionários. Se essa medida não for tomadas, segundo o sindicato, a previsão é de até 10 mil demissões no setor.
O presidente do sindicato, Paulo César Pedrosa, também afirma que irá pedir à prefeitura isenção do IPTU e do ISS para este tipo de estabelecimento comercial por 90 dias ou enquanto durar a pandemia. Essa é uma tentativa de amenizar os impactos econômicos nos setores da gastronomia e hotelaria da capital mineira.
Em nota, a Prefeitura de Belo Horizonte respondeu que sobre a isenção de impostos e auxílio as empresas, o prefeito Alexandre Kalil trabalha junto às secretarias da Fazenda e Planejamento, Orçamento e Gestão para analisar o caso.
Sobre a abertura de bares e restaurantes, a prefeitura informou que vale o decreto já publicado, que ordena o fechamento. A nota lembra que os estabelecimentos podem fazer o uso do delivery ou do esquema de busca do alimento no local.
