Forte vidros dois
Digital Graph
Quality Optcas
Espetbet três
Carioca
Clinica Dois
Ótica Pontual
Casa da Arte
Espetbet dois
Arnaldo Radiadores
Loctem dois
Ramses
Dinheiro por Jóias
Breno Campolina
Sicoob
Ótima
Espetbet 1
Otica Santa Luzia
Espetbet
Homeopatia São Lucas
Auto Rodas
Espetbet 6
Chama!!!
Torneamento São Geraldo
Agrotop Novo
Escritório Jucema
Cooperlíder Proteção Veicular
Espetbet 4
Lagoa Santa

Sargento da PM é suspeito de abusar sexualmente da enteada de 8 anos na Grande BH

Segundo a denúncia, o crime teria acontecido no Dia das Mães deste ano; suspeito ficou preso por quatro dias, mas foi liberado

25/06/2022 10h01
Por: Redação

Com Itasat

Um sargento da Polícia Militar de 38 anos, lotado em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, é suspeito de abusar sexualmente da enteada, uma menina de 8 anos. A Polícia Civil foi acionada e já investiga o caso.

Segundo o pai da vítima, que não será identificado, o crime teria acontecido em maio deste ano, mas o suspeito estaria tentando conquistar a confiança da garota há mais tempo.

"Minha filha não soube precisar desde quando, mas ela falou que foram mais de dez vezes em que ele me colocava no colo e passava a mão. A mãe perguntou para ela o que tinha acontecido, mas ela relutou em dizer porque esse sargento atuou primeiro para ganhar a credibilidade da minha filha", comentou o homem.

O suspeito, atual companheiro da mãe da vítima, chegou a ser considerado "amigo" da menina, e teria ficado preso por quatro dias. Em uma audiência de custódia, segundo o pai da criança, ele foi liberado sob alegação de ser uma pessoa "que não trazia risco à sociedade".

"Levantando a ficha desse elemento, ele já tem um processo na Lei Maria da Penha e caso de agressão à ex-esposa, quer dizer, não é uma pessoa de ficha limpa. Ele ainda sempre estava de posse de uma arma, mesmo à paisana. Quando perguntei a ele o motivo, me disse que sempre iria me receber com a arma no colo", completou.

O pedido do pai é que a Justiça seja efetiva na investigação do caso, tendo em vista também a condição de militar do suspeito. O homem pediu a guarda temporária da filha, argumentando que um tempo seria importante até para ajudar a mãe na resolução do assunto, mas a Justiça negou a solicitação.

"A criança tem que chegar aqui morta para a Justiça ver aquele ato como um perigo. O ato só é visto depois", finalizou o pai.

A reportagem procurou as Polícias Civil e Militar para entender o andamento das investigações e possíveis medidas já tomadas, mas ainda não teve resposta.