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Casamentos

Mês da noiva: setor de aluguel de vestidos de casamento amarga prejuízo com pandemia

Dificuldades

13/05/2020 11h58
Por:

Por Itasat

Por um lado, a frustração das noivas que tiveram que adiar o casamento. Por outro, o reflexo econômico desse adiamento, principalmente em maio, conhecido como "mês das noivas". O setor de aluguéis e vendas de vestidos e ternos amarga o prejuízo.

Desautorizado a funcionar e sem contratos, o serviço é prejudicado, conforme Vanessa Galissi, proprietária de um estabelecimento em Belo Horizonte. "Hoje 100% dos nossos funcionários estão suspensos e nosso faturamento caiu para zero", diz. 

Ela tem previsão pessimista sobre o retorno. "Infelizmente, por se tratar de eventos de aglomeração, provavelmente, nosso setor será um dos últimos a voltar", mas pede: "Precisamos de previsibilidade. Ficamos de mãos atadas neste momento".

Já o faturamento na loja de Roberta Yanola caiu 70%. Ela lamenta que a diminuição de vendas em maio. "É um mês aquecido no ramo de casamentos. Alugamos em média de 10 a 15 vestidos. Isso já vem há quatro, cinco anos, fora os outros itens".

Roberta diz que teve que dispensar algumas funcionárias, entre elas costureiras, bordadeiras e passadeiras, porque não há previsão de retorno. "As pessoas estão muito apreensivas para saber quando vai voltar a realizar casamentos", destaca.