Por Itasat
Três funcionários responsáveis pela produção de cerveja da Backer não possuíam registro profissional e trabalhavam na empresa quando houve a contaminação por dietilenoglicol e monoetilenoglicol. A informação, antecipada pela TV Globo, consta no relatório da Polícia Civil (PC) encaminhado ao Ministério Público.
Conforme a conclusão da PC, os funcionários eram considerados peças-chaves na produção e não possuíam registro profissional válido nos conselhos regionais de Engenharia e de Química.
Os três foram indiciados por exercício ilegal da profissão. Além deles, outras oito pessoas foram indiciadas no relatório por crimes como lesão corporal, contaminação de produto alimentício e homicídio.
O delegado Flávio Grossi, responsável pela investigação, disse ter sido possível comprovar, física e quimicamente, a existência de um vazamento no tanque de cerveja. O inquérito aponta que o problema começou em setembro de 2019, quando o equipamento foi adquirido.
