Por Itasat
Cervejas artesanais produzidas em Minas poderão passar por testes que apontam possíveis contaminações na bebida. A iniciativa ocorre após o caso de contaminação envolvendo a Cervejaria Backer e busca oferecer mais segurança ao consumidor.
O processo, pioneiro no Brasil, será feito pelo Centro de Inovação em Tecnologia (CIT) do Senai, com apoio da Fiemg e do Sindibebidas.
“Testes são feitos a partir de análises clínicas que vão detectar as características normais da cerveja. Já se fazia essas análises, e agora acrescer a possibilidade de detectar possíveis intoxicantes nessas cervejas. O dietilenoglicol e monoetilenoglicol são dois intoxicantes que aconteceram na Backer. Normalmente, nunca foram utilizados nas cervejas. Isso tudo pode até gerar uma iniciativa de um selo que respalde essa qualidade”, explica o diretor da Associação Brasileira de Cervejas Artesanais, Marco Falcone.

Produtores de cervejas interessados em participar da iniciativa devem entrar em contato com o Centro de Inovação em Tecnologia do Senai.
Inicialmente, serão feitas análises para cervejarias mineiras, mas a expectativa é ampliar o procedimento a outras empresas do ramo no país.