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Saúde

Bolsonarista invade Hospital Municipal e produz fake news em momento de troca de refis de álcool

Sou totalmente solidários aos servidores da saúde.

21/06/2020 11h24Atualizado há 2 semanas
Por: Redação

Galera, aqui estou mais uma vez! E agora para verificar um vídeo que foi feito no Hospital Municipal. Neste caso, tomei as dores dos funcionários da saúde, que vêm arriscando suas vidas no combate ao Coronavírus. Antes um anúncio.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro tem minimizado as consequências sanitárias da doença. Em sua live semanal realizada no dia 11 de junho, chegou a incentivar a invasão de hospitais ao pedir que a população filme as instalações para averiguar a situação de unidades de saúde no combate ao vírus.

Desde então, centenas de casos já foram registrados pelo país de bolsonaristas invadindo unidades hospitalares. Em Sete Lagoas, infelizmente, não foi diferente. Neste sábado, 20, circulou um vídeo nas redes sociais em que uma senhora não identificada até o momento afirma faltar álcool em gel na recepção do Hospital Municipal.

Ao invés de solicitar a reposição do material a um funcionário, o que seria uma atitude mais ética da cidadã, ela preferiu espetacularizar a questão, com claros fins políticos, já que o tempo todo, de forma histérica, cita o prefeito Duílio de Castro no vídeo. 

Funcionários do hospital ficaram estarrecidos com a cena montada pela senhora, que aproveitou o momento da troca do refil para comprar um produto semelhante em uma farmácia próxima, afirmando que estaria ela mesma procedendo a recarga do equipamento.

A Folha de Sete Lagoas e eu,  porém, apuramos que não faltam insumos em nenhuma das unidades de saúde do município. "Isso ocorreu de manhã, no momento da troca de refis. Esta senhora estava filmando os funcionários, que não autorizaram participar da gravação. Ela então ficou bastante alterada. Acho um desrespeito com os profissionais da saúde, que estão dando suas vidas para salvar a vida dos outros", afirmou uma funcionária do Hospital Municipal, que preferiu não se identificar.

Não podemos aceitar politicagem na saúde, vivemos a maior crise da humanidade! Vamos dar um basta nisso.